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O TIC TAC DE UMA LENDA Тиканье легенда

People are always asking me to write more often, well here you go, I searched for some information on ‘Patek Philippe’. Люди всегда просят меня писать чаще, так и здесь, вы идете, я искал информацию о "Патек Филипп".

Juntos, fundaram a Patek, Czapek e Co. Transformaram-se nos melhores relojoeiros da Su& … L, conheceram o francs Jean Adrien Philippe, inventor do sistema de corda para relg… … adas e dcadas suas idias, suas conquistas e suas mgoas lado a lado de um Patek Philippe…. Вместе основал Патек, и Czapek ко Они становятся лучше relojoeiros Су ... И Л встретился французский Жан Филипп Адриен, изобретатель системы веревки для relg ... ... dcadas гребенкой и его идей, его достижений и его сторону mgoas часть Патек Филипп .... … ico Albert Einstein, famoso por sua teoria da relatividade, usavam Patek Philippe….Corria o ano de 1925 e Graves, um eterno aficionado por relogios, foi procurar a Patek Philippe. ICO ... Альберт Эйнштейн, известный своей теорией относительности, которые используются Патек Филипп .... Corria год 1925 и захоронений, для энтузиастов вечную смотрит, стремится Патек Филипп. Seu pedido era um desafio…. Его просьба была проблема ....

source: O TIC TAC DE UMA LENDA , AMPLIREDE News

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Ela? rsrsrs
Eu?
fotografando esta moça num local reservado, aah! a taça do vinho?

TAMBÉM.
O editor

PATEK PHILIPPE


O TIC TAC DE UMA LENDA

O que faz do suíço Patek Philippe o mais cobiçado e mais valioso da alta relojoaria.
Nunca somos donos de um Patek Philippe.

Apenas o guardamos para a geração seguinte.
Essa frase traduz fielmente a fama de um dos maiores
ícones da alta relojoaria mundial. Reluzentes nos pulsos ou nos bolsos da primeira, segunda ou terceira linhagem de uma família, essas jóias desafiam o tempo e sobrevivem ao longo dos anos em busca da eternidade. Já nascem com alma e com uma história que remete a reis, ilustres artistas, magnatas e intelectuais que compartilharam por décadas e décadas suas idéias, suas conquistas e suas mágoas lado a lado de um Patek Philippe. Para continuar honrando essa ode, que dura mais de 160 anos, sua produção se mantém igual: artesanal. Instalada em Plans-les-Quates, na Suíça, a fábrica da Patek Philippe produz poucas peças por ano. Sua confecção é tão seletiva que em mais de um século e meio cunhou apenas 600 mil relógios, número que muitas empresas fabricam em um ano. “Ela é considerada a melhor do mundo”, diz Sebastien Liron, gerente de produto da H.Stern, representante da Patek Philippe no País.
Tradição: Quartel-genera da empresa na Suíça
Nenhum processo na linha de montagem da Patek Philippe é terceirizado. Talvez seja por isso que mais de 60 invenções levaram a alcunha da empresa. Os relógios são tratados como obras de arte e os relojoeiros são vistos como os Michelângelos do tic-tac. Algumas peças podem levar anos ou décadas para serem concluídas, pois cada um de seus artesãos se debruçam incessantemente sobre papéis e estudos para dar vida eterna aos relógios. Tanto esmero cobra um alto preço. Uma simples amostra disso pode ser vista no modelo Graves Supercomplication: produzido sob medida para o colecionador americano Henry Graves Junior no início do século. Corria o ano de 1925 e Graves, um eterno aficionado por relógios, foi procurar a Patek Philippe. Seu pedido era um desafio. Ele queria que os suíços fizessem o mais belo e sofisticado exemplar existente. A encomenda virou uma questão de honra. E em 1933, depois de oito anos de estudo saía da Suíça para os EUA a fantástica jóia. Ele foi feito em ouro e tinha 24 mecanismos de complicação, como as fases da lua, calendário perpétuo, o movimento das estrelas do céu de Nova York entre outras funções.
Relíquia: A peça foi da rainha Vitória
Por mais de meio século foi o relógio com maior número de mecanismos do mundo. Só perdeu esse título em 1989, quando a empresa criou o Caliber 89 em comemoração aos seus 150 anos de vida. Mas nem por isso perdeu o seu valor. O Graves Supercomplication foi vendido em dezembro de 1999, em um leilão da Sotheby’s por US$ 11 milhões. A surpreendente cifra ilustra a dimensão e a força do pedigree que a Patek tem no mundo da alta relojoaria. Ela nunca pára. Como se não bastasse ter os dois relógios mais complexos do mundo, a marca resolveu ocupar a terceira posição também. Em 2000, criou o Star Caliber 2000 que levou oito anos para ser construído. No processo de fabricação dessa relíquia de US$ 7,5 milhões, todo cuidado foi pouco. O mecanismo foi feito dentro de uma redoma de vidro, na qual o ar era trocado de tempos em tempos, para evitar que fosse contaminado pelo pó. Foram esses pequenos detalhes que deram à Patek Philippe um lugar de destaque no olimpo da relojoaria.
Albert Einstein. A marca foi criada, em 1839, na Suíça, pelo polonês Antoine de Patek e pelo tcheco François Czapek. Juntos, fundaram a Patek, Czapek e Co. Transformaram-se nos melhores relojoeiros da Suíça e em 1844 resolveram mostrar ao mundo suas fabulosas peças na exposição internacional de Paris. Lá, conheceram o francês Jean Adrien Philippe, inventor do sistema de corda para relógios de pulso que dispensava o uso de uma chave usada na época. Em 1945, entretanto, a sociedade de Patek com Czapek chegava ao fim. Com isso, Philippe seria convidado a juntar-se a Patek dando origem à Patek Philippe. Juntos conquistaram o mundo e venderam os seus relógios para a nata do planeta. Os compositores Peter Tchaikovsky e Richard Wagner, o escritor Leo Nikolayevich Tolstoy e o físico Albert Einstein, famoso por sua teoria da relatividade, usavam Patek Philippe. O relógio de Einstein, inclusive, foi produzido, a pedido do cientista, com os números em alto relevo, pois ele já não enxergava direito. Até mesmo a rainha Vitória, da Inglaterra, foi seduzida por essa relíquia. Por mais de 50 anos, o tic-tac incomparável que somente um Patek Philippe sabe reproduzir foi ouvido pela monarca.
Fonte: Revista Isto-é/Dinheiro
*AMPLIREDE - seg. publ.

Pintura Aston Martin

Marisa Miller

Foto:A.News-Brazil

Passeando pelo SUL DA FRANÇA!


Letra: Jamiroquai - 7 days In Sunny June

The pebbles you´ve arranged
Os cristais que você arrumou

In the sand they´re strange

Na areia eles são estranhos
They speak to me like constellations as we lie here

Eles falam comigo como constelações enquanto nós deitamos aqui

There's a magic I can't hold

Tem uma mágica que eu não consigo segurar

Your smile of honey gold

Seus sorrisos de mel e ouro
And that you never seem to be in short supply of

E que você nunca parece ter pouco estoque deles

Ooooo
Oooh

So baby let's get it on
Então baby, vamos começar
Drinkin' wine and killin' time

bebendo vinho e matando o tempo

Sitting in the summer sun
Sentados no sol do verão
You know

Você sabe

I've wanted you so long

Eu te quero a tanto tempo
Why'd you have to drop that bomb on me
Então por que você teve que soltar aquela bomba em mim?

Lazy days, crazy dolls
Dias preguiçosos, boneca maluca

You said we've been friends for too long

Você diz que nós somos amigos a tempo demais

Seven days in sunny june
Sete dias no ensolarado junho

But long enough to bloom

Foram o suficiente para florescer

The flowers on the summer dress you wore in spring

As flores no vestido de verão que você usou na primavera

The way we laughed as one

O jeito que nós rimos como um só

And then you dropped the bomb
e aí você soltou a bomba

That I know you too long for us to have a thing

que eu te conheço a tempo demais pra nós termos alguma coisa


Ooooo

Oooh

So baby let's get it on
Então baby, vamos começar
Drinkin' wine and killin' time

Bebendo vinho e matando o tempo

Sitting in the summer sun
Sentados no sol do verão
You know I've wanted you so long

Você sabe que eu te quero a tanto tempo
Why'd you have to drop that bomb on me

Então por que você teve que soltar aquela bomba em mim?

Bom astral! Putz. ÁAh!
Imagina! de sedan RR pelo SUL DA FRANÇA! (rsrsrs)

Estilo PORSCHE











Estilo PORSCHE

FIDÚCIA = Confiança, fé / Ecrã = Monitor, visor


"O MUNDO TEM UM PROBLEMA DE FIDÚCIA, É APENAS ISSO"

Portugal. Jornal de Notícias passou um dia na mais antiga sociedade financeira em actividade no país, LJ Carregosa, no Porto, um santuário de corretagem onde se sabe que o mercado, afinal, tem sentimentos.


JOSÉ MIGUEL GASPAR, FERNANDO TIMÓTEO

Entrar e sair dali uma só vez traz atrás dois problemas. O primeiro é que se sai com a clara consciência de que se sabe ligeiramente menos do que o mínimo exigível para conseguir depreender tudo aquilo.

O segundo é que aquilo vicia e deprava de uma forma que chega a ser excitante. Por que é que é excitante? Luís Gualter Pacheco, 'trader', 40 anos: "Porque o dinheiro, depois da saúde, é aquilo que as pessoas valorizam mais. Com uma diferença: dinheiro excita. Sempre".

A carregar no nome o mote daquilo que é - "A independência e a fidúcia, preservadas desde 1833, são os nosso património mais valioso" -, a LJ Carregosa é hoje a mais antiga sociedade financeira em actividade em Portugal. A antiguidade deu-lhe mais do que posto: em 2000, foi a primeira a lançar corretagem online no país, a actualmente designada Go Bulling, plataforma de negociação multiproduto e multimercado. "É simples, isto é o Rolls Royce das plataformas, o Ferrari, o F-16 do 'trading'". Tiago Fleming, 37 anos, director de comunicação: "Os níveis mínimos exigíveis aqui são muito altos. Não diria que somos perfeitos, mas somos perfeccionistas, porque estamos a falar de dinheiro, dinheiro do cliente".

Ali, enxerga-se vastamente, há dinheiro ambicioso. É uma corretora com 'private banking', gere-se património, faz-se consultoria, 'corporate', entra-se e vê-se o encantador interior restaurado, casa central secular, tectos altos, paredes forradas e rendadas de títulos, 'old money'. São intermediários financeiros, criam, cuidam e fazem crescer produtos e estratégias de investimento, têm salas de gestão, 'backup', 'research' e o santuário para os troféus, a sala de 'trade'.

Tudo aquilo é mármore, pinho e brio de grande valor, onde até o telefonista se veste como um banqueiro, fidúcia preservada desde 1833, 13 anos antes da fundação do Banco de Portugal.

"O que se está a passar agora? Confiança e desconfiança". Paulo Mendes, 43 anos, administrador, 'hard trader'. "É uma crise de confiança. As pessoas dizem 'Ai meu Deus, o meu dinheiro!, Ai meu Deus, o meu dinheiro'. É realmente isso. Falta de liquidez das instituições. E muita falta de confiança no mercado".

Ver aquilo impressiona. Primeiro pela elegância e deferência daqueles operativos a administrar; depois pela qualidade da sua ocupação: são eles que têm os dedos no pulso do mercado de capitais; eles são a mão na mão invisível do mercado.

O que é a liquidez? Paulo Rosa, intrépido 'trader' há dois anos na Bulling, a mesma imaculável estirada gravata dos os outros: "Liquidez é a capacidade de fazer um activo transformar-se em 'cash', de forma rápida e sem custos de transacção. Isso é liquidez". E por que é que o mercado não tem liquidez? Porque o mercado de capitais está desregulado, os bancos não confiam uns nos outros, não emprestam dinheiro uns aos outros, não há garantia de que se pague o emprestado. Miguel Pimentel, administrador, 'trader', cintada camisa branca, iPhone: "Antes disto - e esta crise podemos centrá-la em Agosto do ano passado - havia um círculo virtuoso, os títulos valorizavam, os bancos ficavam com melhores rácios, davam mais dinheiro. Hoje temos um ciclo inverso". Regressa o fleumático Fleming, agente imparável de comunicação: "Hoje, as coisas estão avaliadas como se não houvesse amanhã". Como se restaura? "Com confiança. Sim. É só um problema de fidúcia, apenas isso".

Mas quem é o mercado? O mercado somos nós. E toda a gente está a perder: os pobres, porque pagam mais pelos seus pobres empréstimos; os ricos, porque perdem valores nos seus ricos activos; todos, perdemos em todas as classes de cidadãos activos.

Espalhados em segmentos e salas forradas, espelhadas, pinho, gestão, 'backup', 'research', 'trade', ali cheira ao ar perfumado, engravatado, ao odor do café e da adrenalina. Entra-se, desce-se, percorre-se, atravessa-se a sala e o solar pátio interior - engraxador às terças e quintas de manhã; quatro periquitos permanentes, é um belo átrio airoso, aberto de fumo - e chega-se onde ali se decide o mundo. É o que decide Paulo Mendes, das 8 às 17 horas, nove horas seguidas a ver, agir, intermediar, ele no centro da sala de 'trade'.

Trabalha numa grande consola, uma nave poligonal, um autêntico condomínio de ecrãs, cinco ecrãs, todos virados a si. Tudo flutua: 'medleys' de dados, símbolos a deslizar, gráficos alpinos, números policromáticos, filas e filas e tráfegos contrários, tudo a pulsar, padrões, rácios, indexes, mapas inteiros de informação e absorção.

É dali que se alcança; está ali a afecção, a paixão, a intuição; estão ali os sentimentos do mercado. "E aquilo que o mercado está a sentir agora é uma grande orfandade: o 'pai' [o Estado] não sabe como resolver o problema da "família". Mas, o mercado tem sentimentos.

O problema não é grave; é mais do que isso, é um sismo endémico. De um lado pede-se calma, confiança e tranquilidade, mas o sistema financeiro anuncia dificuldades de financiamento - e é a própria poupança que está incentivada a fugir do sistema financeiro. A mais profunda das crises, a crise das ideias, como se diz de Cuba? Colapso do capitalismo global, como se diz do Irão? Uma "bagunça ideológica", clama Hugo Chavez a apontar o FMI e a pedir a sua dissolução.

Mas ali reina a calma, uma calma zen, segura da segurança que sabe a inviabilidade do caos.

Ali, iguais aqueles, são os ecrãs de "Cosmopolis", a farsa da riqueza extravagante e do misticismo electrónico de Don DeLillo (2003), que aponta o dedo a Eric Packer, um corretor obscenamente bilionário, mais novo do que Bill Gates, mais rico do que Rupert Murdoch, um egomaníaco tão grande como Donald Trump. Esse é o romance dos dias de hoje, a novela onde todos conversam sobre linguísticas e económicas preocupações e centenas de outros pensamentos pós-doutorais de transe, quem lê segue um dia, o último, na vida de Packer, limusine adentro, Manhattan afora, um homem que flutua acima da morte e do capitalismo.

Estamos com vício de futuro: "Cosmopolis" alega a insanidade da era Nasdaq, do hipercapitalismo e do estouro em que o rato se transforma numa unidade monetária. Vem aí uma demanda pós-global que procura uma nova ordem na computarização global de zeros e uns do mundo e os imperativos digitais que definem cada bafo dos biliões de habitantes do planeta? O Papa parece saber que sim. "Vemos agora, no colapso dos grandes bancos, que o dinheiro desaparece, que o dinheiro não é nada". Bento XVI vê mais: "Quem constrói a vida sobre coisas materiais, constrói efectivamente a casa na areia. Somente o mundo de Deus é a base de toda a realidade".

Olhando para a bolsa e para o mundo, dir-se-ia que estamos no território da balbúrdia do blockbuster, que estamos em "The dark knight", gélida metáfora em que o terror pulveriza as categorias morais claras. Este é o tempo do Joker, filho óbvio do terrorismo total e especialmente interessado em maximizar o caos. Teoria fascinante: o caos é hoje a única forma de organização social justa, porque nos coloca a todos no mesmo patamar: o da sorte e do aleatório.

Estar ali, Go Bulling, entre 'traders' é ver decidir o mundo. É ver aquele concreto touro de dorso levantado, purpureado, metido a correr num labirinto no canto esquerdo do ecrã, dias inteiros, todos os dias naquele jogo, um Pacman dentro do dédalo a querer comer cêntimos e grandes cifrões. Ali, território cifrado de provocações e excitações, tudo não passa de um labirinto.

Fonte: Diário de Notícias/Portugal

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A/C. Cláudio Henrique Nunes

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